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Atividades de verão: descobre o que é ser cientista e engenheiro na FCT NOVA

02-06-2022

A NOVA School of Science and Technology | FCT NOVA volta a promover atividades e programas de verão com o objetivo de sensibilizar e dinamizar as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática (STEAM).

Esta iniciativa de encontros entre estudantes pré-universitários e do ensino secundário é proporcionada pelos Departamentos, Centros de Investigação e Núcleos da FCT NOVA.

A informação que se segue está em atualização.

 

Física

Verão com a Engenharia Biomédica da NOVA

Datas: 11 a 13 de julho de 2022

Público-alvo: 10.º, 11.º e 12.º ano

Inscrições:  https://questionarios.fct.unl.pt/451426?lang=pt

Programa: aqui

Organização: Cláudia Quaresma e José Paulo Santos

Academia Quantum 2022

Datas: 11 a 15 de Julho de 2022

Público-alvo: 11º e 12º ano

Programa e Inscrições: https://eventos.fct.unl.pt/academiaquantum2022

 

Ciências e Tecnologia da Biomassa

Podemos aproveitar o bagaço de azeitona?

O bagaço de azeitona e um sub-produto/resíduo obtido na produção de azeite e representa um problema ambiental devido à quantidade de compostos fenólicos e outros, que podem contaminar as águas subterrâneas, os solos, as águas superficiais e podem resultar em problemas ao longo da cadeia alimentar, inclusive podem fazer perigar a saúde humana. A compostagem deste sub-produto in natura ou em mistura com outros sub-produtos pode resultar na sua valorização.Neste estágio terás oportunidade de analisar a composição do bagaço compostado. Nos diferentes produtos de compostagem que estão a ser produzidos serão realizadas análises: pH, condutividade, carbono orgânico, fenóis totais, azoto, fósforo, nitratos, fosfatos, azoto amoniacal, entre outros, e de realizar igualmente testes microbiológicos para avaliar a toxicidade para os ecossistemas. 

Datas: 18 a 22 de julho

Público-alvo: Estudantes do 9.º ao 12.º ano, focando-se nas áreas da Agronomia, Biologia, Ciências da Saúde, Química e Tecnologia

Inscrições: https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1742

Organizador: Ana Luísa Fernando

Observações: A atividade é presencial e ocupa manhãs e tarde, com almoço incluído.

 

As plantas nossas amigas… utiliza os frutos de figos da índia como sensores para avaliar alimentos deteriorados

O figo da índia é uma espécie de cacto que se desenvolve em zonas áridas e semiáridas. Os seus frutos fazem parte na dieta alimentar de diversos países, como os países do Mediterrâneo e do México e são ricos em nutrientes, contendo diversos compostos com atividade benéfica para a saúde humana. Mas estes frutos são também ricos em betalaínas, compostos que mudam de cor com o pH e que podem ser úteis como sensores na avaliação de alimentos deteriorados. Neste estágio terás oportunidade de analisar a composição dos frutos de figo da índia, quer em termos nutricionais quer em termos dos compostos funcionais. Em diferentes frutos irás analisar o teor de açúcar, proteína, gordura, vitaminas e ainda os teores de betalainas. Irás avaliar a alteração da cor com o pH destas betalaínas depois de as conseguires extrair dos frutos.

Datas: 18 a 22 de julho

Público-alvo: Estudantes do 9.º ao 12.º ano, focando-se nas áreas da Agronomia, Biologia, Ciências da Saúde, Química e Tecnologia

Inscrições: https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1745

Organizador: Carolina Rodrigues

Observações: A atividade é presencial e ocupa manhãs e tarde, com almoço incluído.

 
Transforma os resíduos agro-alimentares e florestais em nanocelulose para bioplásticos, para cumprir os objetivos da União Europeia para 2050

Inúmeros anos de industrialização têm levado ao esgotamento contínuo de recursos não renováveis ​​e a altos níveis de poluição. Por esse motivo, a União Europeia traçou objetivos muito ambiciosos para 2050, sendo que o desenvolvimento de novos tipos de materiais de base biológica e degradáveis ​, pode ajudar a cumprir essas metas. A biomassa lenhocelulósica é um dos biorecursos menos utilizados no mundo, consistindo principalmente de lenhina, celulose, e hemiceluloses. Este tipo de biomassa é abundante na natureza e pode ser obtida a partir de diversas fontes, entre as quais estão os resíduos agro-alimentares e os resíduos florestais. A celulose extraída desta biomassa pode ser despolimerizada dando origem a um material à escala nanométrica de base biológica, a nanocelulose (NC). Devido às suas propriedades mecânicas, o reforço em bioplásticos tem sido apontado como uma das aplicações da nanocelulose. Neste estágio terás oportunidade de analisar a composição de diferentes resíduos lenhocelulósicos, nomeadamente o teor de cinzas, fibra, e ainda o teor de proteína, e de isolar a celulose e de caracterizar a nanocelulose obtida. Irás produzir bioplásticos com nanocelulose e avaliar a capacidade de reforço por comparação com bioplásticos sem nanocelulose.

Datas: 18 a 22 de julho

Público-alvo: Estudantes do 9.º ao 12.º ano, focando-se nas áreas da Agronomia, Biologia, Ciências da Saúde, Química e Tecnologia

Inscrições: https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1761

Organizador: João Pires

Observações: A atividade é presencial e ocupa manhãs e tarde,com almoço incluído.

 
Podemos tratar solos contaminados e produzir energia?

Culturas dedicadas para produção de energia, como a cana de açúcar para bioetanol no Brasil, contribuem para a diversificação do fornecimento de energia, e a transformação de energia solar em energia química, no processo fotossintético, permite a redução da emissão de gases com efeito estufa e a mitigação de problemas relacionados com a biodegradabilidade dos materiais. No entanto, a crescente procura por este tipo de biomassa, aumentam a competição pelo uso do solo, ameaçando a produção de alimentos. Em consequência, o cultivo deste tipo de culturas em solos contaminados é uma abordagem que permite minimizar a competição pelo uso do solo com as culturas alimentares. Neste estágio, terás oportunidade de avaliar se algumas destas culturas (lenhocelulósicas, como a cana e o sorgo), são tolerantes a solos contaminados com metais pesados, como o mercúrio e o chumbo. E poderás ainda avaliar se estas biomassas têm um poder calorífico elevado para poderem ser utilizadas na produção de bioenergia. A análise da composição da biomassa, nomeadamente o teor de cinzas, fibra, e ainda o teor de proteína, permite quantificar o efeito remediador do solo.

Datas: 18 a 22 de julho

Público-alvo: Estudantes do 9.º ao 12.º ano, focando-se nas áreas da Agronomia, Biologia, Ciências da Saúde, Química e Tecnologia

Inscrições: https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1763

Organizador: Leandro Augusto Gomes

Observações: A atividade é presencial e ocupa manhãs e tarde, com almoço incluído.

 

Vamos produzir biogás a partir de algas e de um resíduo alimentar

Todos os anos são produzidas toneladas de biomassa de macroalgas na costa portuguesa. Muitas dessas macroalgas possuem compostos químicos com importância para as indústrias química, farmacêutica, de cosméticos e alimentar. Mas, após a extração desses compostos químicos, ainda sobra uma quantidade significativa de biomassa que não é valorizada. Por outro lado, são desperdiçados, diariamente, alimentos ao longo de toda a cadeia alimentar, desde a produção nos campos agrícolas até às nossas casas. Esses resíduos podem também ser valorizados. Neste estágio, vamos produzir biogás a partir de macroalgas da costa portuguesa e um resíduo alimentar produzido no laboratório (designado por resíduo alimentar sintético). O biogás é um combustível renovável que pode ser usado para se produzir energia elétrica e calor.

Datas: 4 a 13 de julho

Público-alvo: Estudantes do  11.º e 12.º ano, focando-se nas áreas da Biologia, Físico-Química, Química e Tecnologia

Inscriçõeshttps://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1744

Organizador: Nuno Lapa

Observações: A atividade é presencial e ocupa manhãs e tarde, oferecendo o almoço.

 

Ciências da Vida

Vem descobrir as Ciências da Vida

Durante este estágio, os alunos realizarão diversas experiências para investigar como: a patogenicidade e diversidade de microrganismos, a organização sub-celular da célula, a capacidade das bactérias em produzir estruturas multicelulares, a diversidade e percurso evolutivo das leveduras e a relevância do estudo da sua ecologia e fisologia, a capacidade de resposta do nosso sistema imunológico como mecanismo de defesa contra patogénios e o desenvolvimento de cancro e a importância de novas terapias.
No estágio em questão poderão aprender a: manusear culturas de microrganismos e de células humanas; analisar amostras humanas em contexto fisiológico e de doença como a infeção e o cancro; e conhecer a importância e o funcionamento da Colecção Portuguesa de Leveduras (PYCC) localizada no Departamento de Ciências da Vida da FCT NOVA.
Os alunos terão oportunidade de trabalhar com diversas técnicas usadas nos vários laboratórios de Microbiologia, Biologia Molecular, Genética, Histologia e Citologia, localizados no Departamento de Ciências da Vida.

Datas: 11 a 15 de julho

Público-alvo: Estudantes  do 11º e 12º ano

Inscrições: As inscrições já se encontram encerradas

Organizador: DCV: Paula Videira, Pedro Costa, Alexandra Fernandes, Pedro Viana Baptista, Jaime Mota, Claudia Carvalho, José Paulo

Observações: A atividade é presencial e ocupa manhãs e tarde, com almoço incluído.

 

Química

Universidade de Verão de Bioquímica

Datas: 5 a 9 de setembro

Público-alvo: Alunos do ensino secundário da área de Ciências e Tecnologias

Inscrições: https://forms.gle/eHj4XYTmWapSvd6F8

Organizador: Núcleo de Bioquímica

Observações: Curso presencial

 

Escola de Verão NQA

Datas: 11 a 15 de julho

Público-alvo: Alunos do 10.º, 11.º e 12.º ano

Inscrições https://forms.gle/C2cXPw6264H43jPR8

Organizador: Núcleo de Química Aplicada

Observações: Curso presencial, mais informações aqui https://sites.fct.unl.pt/nqa/pages/escola-de-verao-2022

 

Matemática

Escola de verão MatNova

Escola de verão dedicada à matemática que tem como objetivo aprofundar conhecimentos na área, incluindo orientar os estudantes sobre saídas profissionais e aplicações da matemática. 

Data: 6 a 10 de setembro

Público-alvo: Alunos do 11.º ano

Inscriçõeshttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdJUB369Bq46PJw4IQDUWGwQJ8-lQZNN4DzVQ1szVJpDfJ8Iw/viewform

Organizador: DM e NOVA Math

Observações: Curso presencial

  

MathIngenious 

Esta escola de verão dedicada a estudantes com forte apetência pela matemática, bem como capacidades e talento acima da média, funciona com temáticas subjacentes. Este ano as temáticas a serem abordadas são “Matemática e Cosmos”, “Matemática e Vida”, “Matemática, Finança e Risco” e “Matemática e Segurança”.

Data: 6 a 8 de julho

Público-alvo: Alunos do ensino secundário

Inscrições: As inscrições já se encontram encerradas

Organizador: DM e NOVA Math

Observações: Curso presencial

 

A Matemática do comportamento Humano durante uma epidemia

Durante um fenómeno epidemiológico, como a corrente pandemia de covid19, é importante considerar o comportamento humano na modelação da evolução da epidemia. De facto, para além da implementação de medidas de saúde pública decretadas pelas autoridades de saúde, há um impacto determinante provocado pela alteração voluntária dos hábitos individuais. Muito interessante é considerar que esta alteração de hábitos individuais depende de decisões também elas individuais e que não se mantém constantes ao longo do tempo. Os indivíduos tomam opções quanto às medidas de segurança e mesmo quanto à vacinação tendo em conta o conhecimento que têm da situação epidémica, podendo ser mais precavidos quando esta se agrava e menos quando esta se atenua. Neste estágio propomos que trabalhes connosco na modelação de uma epidemia em que consideramos alterações voluntárias do comportamento humano. Durante o estágio irás ajudar-nos a compreender como os parâmetros que definem o comportamento humano afetam os resultados da epidemia. Utilizaremos ferramentas matemáticas e computacionais de ponta, nomeadamente equações diferenciais e programação em Python.

Data: 4 a 8 de julho

Público-alvo: alunos do 11.º e 12.º ano

Incriçõeshttps://www.cienciaviva.pt/iniciativas/inscricao/?accao=inscricao&id_initiative=8&id_activity=1685&id_activitydate=2813

Organizador: Paula Patrício, Paulo Doutor

 

Atravessando a cintura de asteroides

O Capitão Spectre, um comerciante espacial, tenta trazer a sua mercadoria das bases espaciais nas luas de Júpiter para a Lua. Infelizmente, a sua fiel nave, a “Centennial Hawk”, tem uma avaria nos escudos e estes falham de forma aleatória demasiadas vezes por dia para deixar Spectre tranquilo. Principalmente porque ainda terá de atravessar a Cintura de Asteroides. Ele já percebeu a regularidade com que ocorrem as falhas… e… o “padrão” das ocorrências… Acha ele… E tem mais ou menos a noção da quantidade de asteroides que colidirão com a nave sempre que os escudos falharem durante a travessia… E também conhece as capacidades reparadoras automáticas da nave… Ai… Mas é demasiado informação e está toda numa grande caldeirada na sua cabeça!!!!
Conseguirá Spectre construir um modelo de Simulação que lhe permita avaliar a probabilidade da “Centennial” sobreviver à travessia da Cintura de Asteroides?
Neste workshop aprenderemos alguns conceitos básicos de Simulação Discreta e de Geração de Números Pseudo-Aleatórios. Será necessário construir um modelo de Simulação, corrê-lo um número suficiente de vezes para se poder estimar, com confiança, a probabilidade de sobrevivência da nave. Conceitos de programação e de estatística irão cruzar-se e interagir de forma a permitir que o Capitão Spectre descubra se vale a pena arriscar a travessia…

Data: 4 a 8 de julho

Público-alvo: alunos do 10.º, 11.º e 12.º ano

Inscrições: As inscrições já se encontram encerradas

Organizador: Nelson Chibeles Martins

 

Problemas inversos

A famosa fórmula de Albert Einstein E=mc^2 estabelece uma relação entre energia (E) e massa (m). Neste este modelo, é fácil calcular a energia sabendo a massa e vice versa. Este é o chamado problema direto.

No problema inverso, o objectivo é o de reconstruir o modelo a partir de um conjunto de dados. Por exemplo dado um conjunto de medições (massa,energia) como chegar ao modelo de Einstein ?

Neste estágio científico vamos ver exemplos de problemas inversos em diversos contextos como matemática, física, engenharia, medicina e iremos reconstruir parâmetros de um modelo a partir de um conjunto de dados obtidos por simulação computacional.

Data: 4 a 8 de julho

Público-alvo: alunos do 10.º, 11.º e 12.º ano

Inscrições: As inscrições já se encontram encerradas

Organizador: Nuno Martins

 

 

Ciência dos Materiais

Estágios no âmbito do programa Ciência Viva no Laboratório

Estágios disponíveis:

  • Cozinha com Ciência
  • E se aplicarmos teias magnéticas em medicina?
  • Eco-design em papel para geradores de energia interactivos
  • Faz do Sol a tua Fonte de Energia
  • Impressão 3D de Materiais
  • Impressão 3D de materiais reciclados
  • Impressão de tintas inteligentes
  • Materiais para captura de CO2
  • Tecidos sensoriais para a medicina
  • Transforma os teus movimentos em energia eléctrica
  • Um ecrã de cristal líquido LCD feito por ti
  • Uma folha de papel pode ser um sensor
  • Vamos produzir nanopartículas capazes de purificar água contaminada
  • Vamos usar o barro na medicina
  • Vem descobrir a ciência por detrás de experiências malucas
  • Vem fabricar materiais à micro e nanoescala
  • Vem soldar

Público-Alvo: 9.º ao 12.º

Data: 18 a 22 de julho de 2022.

Mais informações: aqui.

Inscriçõeshttps://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showinstitutionswithactivities#search

Organizador: DCM e CENIMAT

 

Ciências da Terra

Da pesquisa de georrecursos à sua caracterização e produção

No âmbito de investigações em curso e de atividades do Departamento de Ciências da Terra (FCT NOVA), propõe-se o acompanhamento de trabalhos relativos ao percurso que os georrecursos como as águas, os minerais ou as rochas seguem desde a fase inicial de avaliação de uma área potencial no terreno, passando pela fase de amostragem e ensaios de laboratório para caracterizar a sua qualidade, culminando na modelação, respetiva exploração e transformação. Assim, os estagiários irão acompanhar um levantamento de terreno com mapas, aprender a executar ensaios de laboratório, bem como procedimentos básicos de interpretação e modelação com recurso a ferramentas de tecnologias de informação e observar aspetos da extração desses materiais essenciais ao nosso desenvolvimento sustentado.

Data: 4 a 8 de julho

Público-alvo: Alunos do 10.º ao 12.º ano

Inscriçõeshttps://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1643

Organizador: Carlos Galhano

Observações: Curso presencial, com duração manhã e tarde e inclui almoço.

 

Vamos fazer cerâmica ecológica com ovos e café

Os alunos terão a experiência de executar peças cerâmicas recorrendo ao uso de cascas de ovos e borras de café, que normalmente são colocadas no lixo orgânico. Vamos por isso, fazer tijolos e peças cerâmicas ecológicas e sustentáveis.

Data: 4 a 8 de julho

Público-Alvo: Alunos do 10.º ao 12.º ano

Inscrições: https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_activity=1793

Organizador: Carlos Galhano

Observações: Curso presencial, com duração manhã e tarde e inclui almoço.

 

Informática

Criar Futuro

O estágio _Criar Futuro_ é uma introdução de várias áreas da computação através da construção de programas. Os alunos do 9º ano terão a oportunidade de aprender, durante uma semana, a construir programas para controlar pequenos robots e a desenvolver um jogo que integra conceitos de internet das coisas e inteligência artificial.

Data: 11 a 15 de julho 

Público Alvo: Alunos do 9.º ano de escolaridade

Inscrições: https://www.cienciaviva.pt/ciencia-viva-no-laboratorio/estagios/2022/?accao=showactivities&id_institution=612

Organizador: DI/ NOVA LINCS

Observações: Curso presencial, com duração manhã e tarde e inclui almoço.

 

 Engenharia Eletrotécnica e de Computadores

Veleiros Equipados com Sistemas Eletrónicos que navegam sózinhos

Os principais objetivos são os de cativar os estagiários a prosseguir o seu percurso escolar em áreas tecnológicas relacionadas com a Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, utilizando os veleiros autónomos e os sistemas digitais de controlo e de instrumentação associados como meio para permitir um contato com algumas das tecnologias disponíveis. Apesar de ser uma área que incorpora e aglutina saberes de áreas tradicionalmente consideradas difíceis para os jovens, tais como Matemática e Física, espera-se que a introdução a algumas técnicas de programação e controlo, sua integração e aplicação na manipulação de algumas tecnologias, bem como a experimentação em veleiros autónomos torne possível quebrar distâncias e transformar os desafios iniciais em experiências divertidas e motivadores para uma aproximação às áreas da tecnologia.
Este estágio vem na linha de atividades anteriores utilizando um veleiro de 1 metro, integrando um conjunto minimalista de sensores (bússola eletrónica, GPS e catavento), um controlador de baixo-custo (Arduino) e servos de controlo de leme e vela, de modo a permitir a navegação autónoma e conclusão de uma regata.

Data: 25 a 29  de julho

Público Alvo: Alunos do 10.º ao 12.º ano

Inscrições: As inscrições já se encontram encerradas

Organizador: Luis Gomes, Eduardo Pinto, Anikó Costa, Filipe Moutinho, Carolina Oliveira

Observações: Curso presencial, disponibilza almoços e alojamento para alunos deslocados.