A participação da NOVA FCT neste projeto reforça o papel da Faculdade como parceira estratégica da indústria, promotora de inovação tecnológica, sustentabilidade e transferência de conhecimento, contribuindo ativamente para o desenvolvimento de soluções com impacto científico, económico e social.
Parceria reforça a integração da NOVA FCT na rede internacional da ONU dedicada à resiliência e à redução do risco.
Esta colaboração evidencia o compromisso da NOVA FCT com a transferência de conhecimento e a promoção de um diálogo ativo com a comunidade, aproximando ciência, inovação e responsabilidade social.
Este reconhecimento evidencia o impacto internacional da investigação desenvolvida na NOVA FCT e a sua forte articulação com o tecido empresarial, em prol de uma transição sustentável e inovadora.
A NOVA ocupa o 1.º lugar em Portugal entre 14 universidades classificadas.
Os projetos distinguidos apresentam soluções inovadoras para a transição ecológica, promovendo a economia circular e a regeneração costeira na Costa de Caparica.
Esta certificação afirma o compromisso da NOVA FCT com uma investigação de excelência, responsável e alinhada com padrões internacionais de sustentabilidade.
A presença da NOVA FCT entre os projetos distinguidos simboliza o compromisso da Faculdade com o envolvimento cívico, a investigação aplicada e a promoção da literacia científica junto da sociedade.
A NOVA FCT demonstrou o papel fundamental do ensino superior na mobilização para causas ambientais e no exemplo dado às gerações futuras.
O documento apresenta os principais avanços da Universidade no domínio da sustentabilidade, evidenciando o papel ativo que tem vindo a assumir na promoção de práticas responsáveis, inclusivas e ambientalmente conscientes.
O projeto inovador, desenvolvido por Huseyin Cetinkaya, Mavis Olorunyomi, Fabiola Dodaj e Shah Saud, constitui uma inovação revolucionária que transforma os resíduos da indústria mineira em betão de alta qualidade dotado de características auti-reparadoras.
“Com esta investigação mostramos que é possível transformar um material simples e natural, como a gelatina, numa poderosa ferramenta contra a contrafação e, ao mesmo tempo, contribuir para um futuro mais sustentável”, destaca Cecília Roque, coordenadora do estudo.