Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica

Ensino

Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica

Entrou em funcionamento no ano lectivo de 2006/2007. O número mínimo de créditos para a obtenção do grau é de 300 (5 anos).

Curso reconhecido pela Ordem dos Engenheiros e pela FEANI (Federação Europeia de Associações Nacionais de Engenharia) para atribuição do título EUR ING (Engenheiro Europeu)

Objetivos

A Engenharia Biomédica é uma área polivalente que aplica os princípios, métodos e ferramentas das ciências, da tecnologia e da engenharia para analisar e resolver problemas em medicina e biologia, no sentido de desenvolver abordagens inovadoras para a instrumentação em prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, fornecendo assim uma melhoria geral  nos cuidados de saúde e no próprio conhecimento do corpo humano.

Esta engenharia é inovadora e em grande crescimento, sendo apontada como uma das áreas científicas mais importantes neste século.

As áreas mais importantes da Engenharia Biomédica são: Biocompatibilidade, Biomateriais, Biomecânica, Biosensores, Biotecnologia (Engenharia Celular, Tecidular e Genética), Dispositivos prostéticos e orgãos artificiais, Efeitos biológicos dos campos electromagnéticos, Electrofisiologia, Engenharia clínica, Engenharia de reabilitação, Fenómenos de transporte, Imagem médica (inc. Medicina Nuclear e PET), Informática médica, Instrumentação biomédica (inc. Lasers em Medicina), Modelação fisiológica, simulação e controlo, Nanotecnologia, Processamento e Análise de sinais médicos e biológicos, Radiação Ionizante, Radioterapia e Protecção radiological.

Plano curricular

Saídas profissionais

Os pedidos de Engenheiros com o perfil do Engenheiro Biomédico, com conhecimentos em biologia e medicina, estão a crescer rapidamente. Como exemplos de saídas profissionais apontam-se:

  • Empresas de equipamento e instrumentação médica.

  • Empresas de material farmacêutico.

  • Hospitais, nas áreas de física hospitalar, engenharia clínica e manutenção de equipamento.

  • Laboratórios de investigação e desenvolvimento de grandes empresas.

  • Indústria farmacêutica e de análises.

  • Laboratórios de faculdades de Medicina, universidades e organismos estatais.

  • Empresas de biomateriais.

  • Empresas ligadas à área da saúde.

Candidaturas

Condições de acesso para o ano letivo de 2017/2018

Vagas para 2017/2018 :

64 (a confirmar)

Provas específicas:

07 Física e Química + 19 Matemática A

Classificação mínima na(s) prova(s) específica(s): 95

Classificação mínima na candidatura: 95

Fórmula de ingresso:

60% da classificação final do Secundário
40% da classificação final na(s) prova(s) específica(s)

Coordenadora do curso:

Professora Carla Quintão

mieb.coordenador@fct.unl.pt

Registo e Acreditação

DGES

Registo n.º R/A-Ef 3116/2011/AL01 em 14/07/2017

A3ES

Acreditação em 28/01/2016, por 6 anos

Vídeo de apresentação

Sobre o Departamento de Física

O Departamento de Física (DF) é uma unidade de ensino graduado e pós-graduado (1º, 2º e 3º ciclos do ensino superior) e de investigação fundamental e aplicada nos domínios da Física, da Engenharia Física e da Engenharia Biomédica, estando ainda vocacionada para o desenvolvimento científico e tecnológico, a prestação de serviços e a divulgação científica. Para além de ser responsável pelos Mestrados Integrados em Engenharia Física e Engenharia Biomédica, bem como pelos Programas Doutorais nas mesmas áreas, em Física e pelos Programas Doutorais “NOVA Instrumentation for Health - NOVA I4H” e “Radiation Biology and Biophysics - RaBBiT", o DF assegura o ensino das unidades curriculares de Física básica a todos os cursos da FCT NOVA.

Com origem num pequeno núcleo existente desde o nascimento da FCT NOVA, gerido pelo Prof. Manuel Laranjeira (então Reitor da UNL), o Departamento de Física foi reconhecido formalmente em 1986, tendo mantido desde então um corpo docente de cerca de 30 pessoas. As suas actividades em Física e Engenharia Física foram alargadas em 2000 para incluir a Engenharia Biomédica.

A actividade científica do DF desenvolve-se essencialmente em duas Unidades de Investigação, o LIBPhys-UNL e o CEFITEC. A investigação abrange diversas áreas, tais como nanofísica e energia, física atómica e molecular, física nuclear e dos plasmas, física das interfaces, lasers e optoelectrónica, detectores, criogenia, técnicas analíticas aplicadas à saúde e património cultural, instrumentação médica e imagem médica.

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